Vendas do varejo do Amazonas voltam a crescer em outubro

Em outubro, as vendas do varejo no país também cresceram frente a setembro (0,9%), e alcançaram a quinta taxa positiva consecutiva e a maior para um mês de outubro desde 2012 (9,2%).

As vendas do comércio varejista do Amazonas cresceram 1,8% em outubro, após apresentarem queda de 2,1%, em setembro. Nos meses anteriores, desde maio, as vendas do comércio apresentavam taxa positiva, no Estado. O resultado mostra que apesar da desaceleração em setembro, as variações do comércio no Amazonas tendem a subir de patamar. As informações são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (10/12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com a variação de 1,8% em outubro, o patamar do comércio varejista amazonense, que atingiu nível recorde em julho (37,5%) e, em seguida, enfrentou desaceleração, encontra-se num patamar pouco acima do que estava antes das paralisações em razão da pandemia da Covid-19. Em outubro, as vendas do varejo no país também cresceram frente a setembro (0,9%), e alcançaram a quinta taxa positiva consecutiva e a maior para um mês de outubro desde 2012 (9,2%).

Volume de vendas

Se na comparação de outubro de 2020 com o mês anterior, o volume de vendas cresceu 1,8%; na comparação com outubro de 2019, o setor atingiu 15,4% de crescimento. Já no acumulado no ano (janeiro a outubro de 2020), o setor acelerou 6,8%, se comparado ao mesmo período do ano anterior; e no acumulado dos últimos doze meses, o indicador alcançou 7,3%, no Estado.

Ranking da variação mês/mês anterior

A variação percentual que compara o volume de vendas do mês atual com o volume do mês anterior, de 1,8%, obtida em outubro, posicionou o comércio varejista do Amazonas na 9ª posição entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Tocantins, com -5,4%, Roraima, com -2,2% e Pará, com -0,7%. E os melhores desempenhos, os da Bahia, com 3,5%, Piauí, com 3,1% e Mato Grosso do Sul, com 2,9%.

Ranking da variação acumulada no ano      

Na variação acumulada no ano (janeiro a outubro), que compara o volume de vendas do período atual com o mesmo período do ano anterior, o Amazonas obtem o terceiro maior crescimento (6,8%), inferior apenas ao do Pará (8,0%) e ao do Maranhão (6,9%). Os piores resultados de janeiro a outubro de 2020 são os do Ceará (-7,9%), Distrito Federal (-5,0%) e Sergipe (-4,9%).

Receita nominal de vendas

Em outubro, a receita nominal de vendas do comércio varejista amazonense foi de -3,4%, frente a setembro. Além deste resultado positivo, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a receita do comércio varejista no Amazonas alcançou 24,9% de crescimento. No acumulado do ano, o setor apresentou 13,0% de variação positiva em relação ao mesmo período do ano anterior. E no acumulado dos últimos doze meses, o indicador alcançou 13,5% de avanço. A receita nominal de vendas não sofre a influência da inflação em seu cálculo.

Variação mês/mês anterior da Receita nominal de vendas

A variação percentual, que compara a receita nominal do mês atual com a receita do mês anterior, de 3,4%, obtida em outubro, colocou o comércio varejista do Amazonas entre as unidades da federação com maiores crescimentos (4º maior). Os melhores desempenhos foram os do Mato Grosso do Sul, com 4,3%, Distrito Federal, com 4,0%, e Paraná, com 3,5%, e os piores desempenhos foram os do Tocantins, com -5,5%, Roraima, com -0,1% e Pará, com -0,2%. 

Ranking da variação acumulada no ano da Receita de vendas

A variação percentual acumulada no ano (janeiro a outubro), que compara a receita nominal de vendas do período atual com o mesmo período do ano anterior, de 13,0%, para o Amazonas foi a 2ª maior entre as unidades da federação. Os melhores desempenhos foram observados no Amazonas, com 13,8%, Amazonas, com 13,0%, e Maranhão, com 12,4%. Os piores desempenhos foram observados no Ceará, com -3,7%, Distrito Federal, com -3,7%, e Bahia, com -2,1%.

Volume de vendas do Comércio ampliado

De acordo com a pesquisa, Comércio Ampliado é o comércio regular mais a comercialização de automóveis, peças e material de construção. Em outubro, o volume de vendas do comércio varejista ampliado amazonense foi de 1,0%, frente a setembro, na série com ajuste sazonal.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o comércio varejista ampliado no Amazonas alcançou crescimento de 18,2%. No acumulado do ano, o setor cresceu 6,2%, em relação ao mesmo período do ano anterior. E no acumulado dos últimos doze meses, o indicador alcançou 6,3% de avanço.

Variação acumulada no ano – Varejo Ampliado

A variação percentual acumulada no ano de 6,2%, obtida em outubro, posicionou o comércio varejista ampliado do Amazonas na terceira posição entre as demais unidades da federação. Os melhores desempenhos foram os do Tocantins, com 7,9%, Pará, com 7,1% e Amazonas, com 6,2%.E os piores desempenhos foram os do Bahia, com -8,9%, Ceará, com -7,3% e Distrito Federal, com -6,1%.

Receita nominal do Varejo ampliado 

Em outubro, o volume de vendas do comércio varejista ampliado amazonense foi de 2,5%, frente a setembro, na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o crescimento foi de 26,4%. No acumulado do ano, o setor apresentou crescimento de 11,3%, em relação ao mesmo período do ano anterior. E no acumulado dos últimos doze meses, o indicador também alcançou 11,3% de variação positiva. 

Ranking da variação acumulada no ano – Receita do Varejo ampliado

A variação percentual acumulada no ano (janeiro a outubro), que compara a receita nominal de vendas do período atual com o mesmo período do ano anterior, de 11,3%, observada em outubro, posicionou o comércio varejista do Amazonas na segunda posição entre as outras unidades da federação com maiores crescimentos. Os melhores desempenhos foram os do Pará, com 11,9%, Amazonas, com 11,3% e Maranhão, com 10,0%. E os piores desempenhos foram os da Bahia, com -5,6%, Distrito Federal, com -4,2% e Ceará, com -2,9%. 

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